Depois não adianta culpar os astros: o futuro do Brasil está nas urnas

Foto: Divulgação / TSE

Neste domingo estaremos determinando o futuro do Brasil. De um lado, temos um projeto político que, apesar de merecer algumas críticas, tirou o Brasil do Mapa da Fome, levou alento a milhões de famílias e colocou uma multidão de jovens na faculdade, além de encerrar ou coroar o presidente Lula, que fora do Brasil tem o tamanho de um Nelson Mandela, que destruiu o apartheid que segregava negros na África do Sul, ou Mahatma Gandhi, que levou a Índia a virar um país.

De outro lado, representando a extrema direita que sequestrou a Direita, temos um candidato que levou o brasileiro a não ter vergonha de declarar e representar os piores sintomas de uma sociedade dividida e cruel, com seus iguais, que acham normal haver desigualdade e até aprofundá-la, que acham positivo flertar com o sistema americano, que há décadas desmontou os direitos sociais e trabalhistas e consegue se manter no poder, sequestrando o futuro e riquezas de países vizinhos ou próximos. 

Aparentemente, parte da sociedade brasileira foi seduzida a outra, só quer manter as desigualdades mesmo.

O voto de domingo dirá o que queremos para o futuro de nossas famílias, filhos, netos e pessoas próximas. Não poderemos voltar atrás. De um lado, temos Luiz Inácio Lula da Silva e sua trajetória; de outro, temos o Flávio Bolsonaro e o grupo que ele representa.

Você definirá, pois depois não adiantará culpar a Deus ou aos astros. O caminho a ser trilhado será o que cavarmos.

Toca o barco!

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Autor Colunista

EDUARDO DA SILVA

Um apaixonado por política, um profundo conhecedor dos temas centrais brasileiro e sempre disposto a analisar sem paixões, mas buscando a razão.

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