A semana decisiva das coligações e o isolamento de Flávio Bolsonaro
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| Foto: Reprodução / Assessoria - Senado |
Na semana final para escolher as coligações e os vice-presidentes, a confusão se instala definitivamente no terreiro de Flávio Bolsonaro. Sim, cai sobre suas costas a responsabilidade de inviabilizar o que, há 90 dias, era um céu de brigadeiro, transformando-o na pior tempestade da extrema direita em sua história, que quase sugou o Centrão para a catástrofe anunciada.
O filho primogênito demonstrou sua paquidérmica capacidade de aglutinar apoio à sua candidatura ao maior cargo do Executivo da Nação. Com PP, União Brasil e Republicanos, que são a espinha dorsal da direita, pulando do barco, até mesmo encontrar um candidato a vice está difícil.
Sobram problemas, como em Minas Gerais, onde Cleitinho teve sua candidatura negada pelos Republicanos (apesar de ampla liderança). Ou seja, a incompetência de FB conseguiu desarticular todas as composições, colocando-o em uma situação delicada.
Um ditado nos vem à cabeça: "Na política, comete-se qualquer crime, menos o suicídio". Enquanto isso, Lula aproveita o momento e, como dissemos, joga parado. Segue o barco.
EDUARDO DA SILVA
Um apaixonado por política, um profundo conhecedor dos temas centrais brasileiro e sempre disposto a analisar sem paixões, mas buscando a razão.
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