Conflito com o Irã revela limites estratégicos de EUA e Israel
Existe um ditado que diz: “político comete todos os crimes, menos o suicídio”. Donald Trump e Benjamin Netanyahu subestimaram o Irã e sairão menores do que quando o bombardearam. Não entenderam que o Irã é a antiga Pérsia e tem mais de 4,5 mil anos de história.
Para o mundo de hoje, ele está ganhando a guerra. Para os Estados Unidos, já passam de 1 trilhão de dólares em prejuízo, e para Israel o sonho da grande nação bíblica está cada vez mais distante.
A ganância sionista e os Yankees predatórios deram de cara com a muralha persa (Irã). Pensar que os EUA perderão a guerra é fantasia, mas o resto do mundo constata que o pé do gigante é de barro.
Trump cai na real e olha para a insatisfação interna, onde sua desaprovação vai à estratosfera, enquanto Netanyahu aguarda a possibilidade de prisão após o término do mandato. Fica claro: a guerra é um péssimo negócio.
O Irã demonstrou que logística, estratégia e uma pitada de propaganda não vencem guerras, mas podem quebrar o inimigo por dentro.
O gigante valentão e seu paquiderme aliado sofrem as consequências da estupidez. A guerra que duraria dias pode se arrastar por meses ou até anos. Aguardemos.
EDUARDO DA SILVA
Um apaixonado por política, um profundo conhecedor dos temas centrais brasileiro e sempre disposto a analisar sem paixões, mas buscando a razão.
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