O Declínio Americano e a Consolidação da China como Superpotência

Revemos a oportunidade de ver as duas principais potências globais se encontrando. O presidente Trump foi ao encontro do secretário-geral e mandatário da China. Mais humilde e mais comedido, o presidente americano voltou do encontro de mãos vazias, pois a China nada tem a ganhar ao se envolver nas trapalhadas do ‘Laranjão’.

Com a aproximação das eleições de meio de mandato, os republicanos estão à mercê de perder a maioria na Câmara e no Senado. Pinta-se um quadro devastador na política americana e nem Xi Jinping, tampouco Lula, estão dispostos a entrar nessa briga, seja na guerra do Oriente Médio, seja na Europa ou pelas cobiçadas terras raras.

Esse evento demonstra a atual fragilidade de Trump e a China sendo entronizada como a segunda — ou até a maior — potência tecnológica e econômica, dominando todos os continentes através de seu comércio.

Enfim, pensei em não estar de pé quando os EUA cairiam de quatro. Ainda não caíram, mas hoje é apenas questão de tempo. Perderam a Ásia, a África, a Europa e já não têm tanta força nas Américas. Caiu Roma, caiu a Inglaterra e os EUA seguem, em passos largos, rumo ao precipício. Veremos!

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EDUARDO DA SILVA

Um apaixonado por política, um profundo conhecedor dos temas centrais brasileiro e sempre disposto a analisar sem paixões, mas buscando a razão.

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