Sindicato critica modelo multimídia e alerta para precarização do jornalismo e do rádio
A entidade sustenta que o modelo multimídia desrespeita as especificidades das profissões de jornalista e radialista, que possuem formações, rotinas e responsabilidades distintas. Para o sindicato, a fusão de funções compromete não apenas os direitos trabalhistas, mas também a qualidade da informação oferecida ao público.
O sindicato também alerta para impactos na saúde física e mental dos profissionais, citando jornadas mais extensas, aumento da pressão por produtividade e maior risco de erros na apuração e na veiculação de notícias.
A entidade defende a abertura de diálogo com empresas e autoridades para estabelecer regras mais claras sobre atribuições profissionais, garantindo condições dignas de trabalho e preservando o exercício qualificado do jornalismo e da radiodifusão.
