Na ONU, Venezuela pede punição aos EUA e aponta disputa pelo petróleo

O governo da Venezuela pediu nesta semana que a Organização das Nações Unidas (ONU) condene formalmente a atuação dos Estados Unidos no país e denunciou que a ofensiva tem como principal motivação o interesse nas reservas de petróleo venezuelanas.

Em pronunciamento, autoridades venezuelanas afirmaram que as ações norte-americanas representam uma violação da soberania nacional e do direito internacional, além de configurarem um precedente perigoso nas relações entre Estados. Segundo Caracas, a Venezuela é alvo de pressões políticas, econômicas e militares por deter as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo.

O pedido foi apresentado durante reuniões e debates no âmbito da ONU, onde a delegação venezuelana solicitou uma posição clara da comunidade internacional contra o que classificou como ingerência externa. O governo também cobrou respeito às normas multilaterais e à autodeterminação dos povos.

De acordo com representantes venezuelanos, a exploração de recursos naturais estaria no centro da estratégia dos Estados Unidos, que, segundo o discurso oficial, buscam garantir vantagens geopolíticas e energéticas na região.

Até o momento, os Estados Unidos negam as acusações e afirmam que suas ações têm motivação política e de segurança internacional. O tema segue em discussão no Conselho de Segurança da ONU, em meio à escalada de tensões diplomáticas envolvendo a Venezuela e aliados internacionais.

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