Penduricalhos e Privilégios: A Conta Que Sempre Cai no Colo do Contribuinte

O Brasil é perseguido pelos tais “penduricalhos”, fenômeno que certamente existe em muitos países, mas que teve boa acolhida em nossa história.

Pero Vaz de Caminha, na carta do Descobrimento, pediu emprego à “Coroa” para seu cunhado. Vamos adiante... Com os militares, temos as viúvas de marido vivo, filhas que não se casam para manter pensões nada pequenas e, finalmente, chegamos aos “penduricalhos contemporâneos”, que sangram o Orçamento Nacional e causam injustiças enormes.

O pior Congresso da história do Brasil produziu mais uma “jabuticaba”: dar reajuste acima do piso constitucional e reduzir a jornada de trabalho para uma suposta elite do serviço público. É esculacho. Porém, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, meteu o pé na porta e disse: “Pera aí, vamos colocar ordem nisso”.

São bilhões do orçamento. Os nobres deputados que, ao dia, defendem arrocho a programas sociais, corte na Saúde e na Educação, à noite explodem em abrir as torneiras orçamentárias.

Esse absurdo não para em pé. Contudo, precisamos ficar mais atentos a quem damos nosso voto, pois funcionários públicos que carregam parte do País nas costas não são beneficiados, enquanto os do andar de cima perderam o limite desde o Descobrimento.

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EDUARDO DA SILVA

Um apaixonado por política, um profundo conhecedor dos temas centrais brasileiro e sempre disposto a analisar sem paixões, mas buscando a razão.

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