Venezuela denuncia “guerra colonial” e acusa EUA de interesse no petróleo

O governo da Venezuela denunciou nesta terça-feira (data) o que classificou como uma “guerra colonial” promovida pelos Estados Unidos, afirmando que a ofensiva tem como principal motivação o controle das reservas de petróleo do país.

Em comunicado oficial, autoridades venezuelanas acusaram Washington de violar o direito internacional e a soberania nacional, sustentando que as recentes ações representam uma tentativa de interferência direta nos assuntos internos do país sul-americano.

Segundo o governo de Caracas, a Venezuela é alvo de pressões políticas, econômicas e militares por possuir uma das maiores reservas de petróleo do mundo. O texto afirma que os Estados Unidos estariam buscando garantir influência estratégica sobre o setor energético venezuelano em meio à instabilidade regional.

“A Venezuela não aceitará nenhum tipo de dominação estrangeira nem ações que reproduzam práticas coloniais”, diz a nota, que também convoca a comunidade internacional a se manifestar contra o que o país chama de agressão externa.

A denúncia ocorre em meio à escalada de tensão envolvendo os Estados Unidos, a Venezuela e aliados internacionais. Organismos multilaterais e líderes estrangeiros vêm expressando preocupação com os impactos do conflito para a estabilidade regional e para a população civil.

Até o momento, o governo norte-americano não respondeu oficialmente às acusações feitas por Caracas.

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